Eloísa não quer morar na Alemanha, mas vai passar uma temporada na casa do Chouji, que morará lá. Smailey vai morar no Canadá e não vai se casar, assim como eu. Eu ? Ah, eu vou ficar no Brasil mesmo, gosto daqui, mas não morarei em Brasília, nem no sul, nem pra banda de São Paulo, talvez eu vá pro Acre. n
Vai rolar reunião no msn todo dia, a partir do momento que o Smailey for embora.
Abriremos um negocio, não sabemos onde ainda, mas vai ser um puteiro, porque nada mais digno. Só que lá os bangs vão ser sofisticados, prostitutos lindos e prostitutas lindas. Garotas da noite, homens da noite. Nos não faremos atendimentos, negócios a parte, porque né. Masturbar. Vai ter um Bar de um lado e um Restaurante do outro, porque o Chouji vai comandar a cozinha, pois vai se formar em gastronomia. Talvez que comande o bagulho via.. via sei lá, até lá a tecnologia vai avançar. Teremos que testar o condicionamento e o trabalho dos nossos prostitutos e prostitutas.
Mais informações ligue: 0800putão. OIREOIROEIIROEIRIEOORIE
Tá, só pra descontrair, isso foi um dos planos do dia.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Inferno pessoal, sai.
-
Se você acha que encontrou seu par certo pra passar alguns dos anos da sua adolescência, dou-lhe meus parabéns. Se é feliz usando uma porra de um anel, parabéns, de novo. Se tem alguém pra te da carinho quando quiser, meeeeeus parabéns. Esse inferno particular do caralho. Não é preciso ter um parceiro/a pra ter um sorriso constantemente na porra do rosto, mas se liga, é bem mais fácil. Esquece a vida por um segundo, to falando de relacionamento, isso é um desabafo pessoal, sai daqui. Caralho de felicidade a dois, romance de cu é rola. Parabéns, pela 487 vez. Carinho pra que nessa vida, romance pra que, ligações fofas pra que, boa noite, bom dia, preocupações pra que, caralho. Já disse pra sair daqui, é pessoal. Mas só um detalhe, ou mero acaso, eu to aqui tá? To viva, infelizmente. TO AQUI, VIVA. tt
-
Se você acha que encontrou seu par certo pra passar alguns dos anos da sua adolescência, dou-lhe meus parabéns. Se é feliz usando uma porra de um anel, parabéns, de novo. Se tem alguém pra te da carinho quando quiser, meeeeeus parabéns. Esse inferno particular do caralho. Não é preciso ter um parceiro/a pra ter um sorriso constantemente na porra do rosto, mas se liga, é bem mais fácil. Esquece a vida por um segundo, to falando de relacionamento, isso é um desabafo pessoal, sai daqui. Caralho de felicidade a dois, romance de cu é rola. Parabéns, pela 487 vez. Carinho pra que nessa vida, romance pra que, ligações fofas pra que, boa noite, bom dia, preocupações pra que, caralho. Já disse pra sair daqui, é pessoal. Mas só um detalhe, ou mero acaso, eu to aqui tá? To viva, infelizmente. TO AQUI, VIVA. tt
-
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Cêci, the end.
Era uma vez.. Voltou.
A vida real de Cecília nunca foi lá essas coisas, o que leram lá atrás, vai ser resumido aqui, agora.
Ela tinha uma vida conturbada, a correlação entre ela e a avó nunca foi lá a melhor, briga atrás de briga, problemas atrás de problemas. A mãe um doce, a que qualquer menina desejara ter. O pai pouco presente, porém vivo e de vez enquanto saia um "te amo" da boca do mesmo e entrava no ouvido da menina. O avô um anjo em forma de gente, a figura paterna, o doce mel, o falecido. Com a mãe formada em T.I, já nasceu segurando um mouse, sua vida amorosa não podia ser diferente. Passou a dedicar horas do dia a uma tela, vários cabos, uma vida fora no comum. Talvez, nessa vida as coisas fossem mais fáceis. Pra que olhar nos olhos quando se pode apenas ler palavras bonitas, pra que se preocupar em ouvi a voz no pé do ouvido se existe áudio, pra que preocupar-se em se arrumar toda, se existe o desfoque da webcam barata. Tantos fatores, tantas facilidades, mal sabia ela que no final seria A dificuldade.
Apaixonou-se por V. que no final era C. dedicou tempos que era pra ser de estudo, para ouvi-lo, lê-lo e raramente, vê-lo. Escutar tua voz ao dormir era necessidade, até enfiou uma aliança no dedo. Durou seis meses e o amor demorou a desgrudar da mesma, - "porra de amor infernal, alguém me ajuda ?" - e assim foi feito. Surgiu R. que ocupou mais ainda teu tempo, estudos foram sendo deixados de lado, vida social, pra que isso ? Tinha ele, tinha mesmo. A melhor amiga sempre atenta, sempre dando conselhos, sempre.. Vidas foram deixadas pra trás, uma nova ingressada. Amor de novo, paixão de novo, tudo, de novo. Mas dessa vez, realmente dessa vez ela achou que as coisas andariam, passaria da tela, do telefone, das imagens, das palavras.. Teu cheiro não sentira, tua mão não pegara, teu olhar.. Muito menos. - Importâncias: Lua, olhares, eu te amo. - A melhor amiga voltara a repetir.. E dai? Vamos sonhar, vamos saltar, o importante era o impulso e não a queda. - Tadinha, resmungava uma voz calma. - Ela chegou até a construir uma casa, voos anuais, vizinhos fixos, ligações interurbanas.
Hoje, trinta de Agosto de dois mil e dez, à exatamente dois dias de completarem dois anos, esse mundo todo entrou em um cano de 2mm, onde ali, terá que passar a eternidade do amor prometido, do juramento feito, deixando reinar entre os dois, só a amizade de dois aniversários de trezentos e sessenta e cinco dias, a força que não pode mais virar sentimento exposto, a luta que terminou com todos mortos, a vitória que foi entregue a todos aqueles que a contrariaram.
Sem nomes citados, hoje, ela começa uma vida nova, sem coração, pois ainda permanece nas mãos do citado a cima, esperamos que não por muito tempo, pois evidência na vida dela, ele não ganha mais, lutará pra pega-lo de volta e entrega-lo a Mestre dos Magos, e lá estará bem cuidado.
A vocês, imploro-lhe o cuidado de conhecer-lhe bem a ti e a ele, antes de trocarem coisas tão vitais assim, aliança tu tira do dedo e guarda na caixa, sentimentos não. Cuidado com o que diz, com o que promete e pra quem corre. Lutar é difícil, não vá a batalha em vão. Temo qualquer história como a minha, se guardas uma continuamente feliz, não tenha vergonha de conta-la, pois a minha terminou em sangue e nem por isso escondo-a. Mais uma vez.. Cuidado. Amar é complexo demais, sentimentos são raros, de valor a quem realmente da a cara a tapa, nem todo mundo é capaz de venerar tanto quanto tu veneras.
Sem ficção. Luana Jácome de Medeiros Aragão.
A vida real de Cecília nunca foi lá essas coisas, o que leram lá atrás, vai ser resumido aqui, agora.
Ela tinha uma vida conturbada, a correlação entre ela e a avó nunca foi lá a melhor, briga atrás de briga, problemas atrás de problemas. A mãe um doce, a que qualquer menina desejara ter. O pai pouco presente, porém vivo e de vez enquanto saia um "te amo" da boca do mesmo e entrava no ouvido da menina. O avô um anjo em forma de gente, a figura paterna, o doce mel, o falecido. Com a mãe formada em T.I, já nasceu segurando um mouse, sua vida amorosa não podia ser diferente. Passou a dedicar horas do dia a uma tela, vários cabos, uma vida fora no comum. Talvez, nessa vida as coisas fossem mais fáceis. Pra que olhar nos olhos quando se pode apenas ler palavras bonitas, pra que se preocupar em ouvi a voz no pé do ouvido se existe áudio, pra que preocupar-se em se arrumar toda, se existe o desfoque da webcam barata. Tantos fatores, tantas facilidades, mal sabia ela que no final seria A dificuldade.
Apaixonou-se por V. que no final era C. dedicou tempos que era pra ser de estudo, para ouvi-lo, lê-lo e raramente, vê-lo. Escutar tua voz ao dormir era necessidade, até enfiou uma aliança no dedo. Durou seis meses e o amor demorou a desgrudar da mesma, - "porra de amor infernal, alguém me ajuda ?" - e assim foi feito. Surgiu R. que ocupou mais ainda teu tempo, estudos foram sendo deixados de lado, vida social, pra que isso ? Tinha ele, tinha mesmo. A melhor amiga sempre atenta, sempre dando conselhos, sempre.. Vidas foram deixadas pra trás, uma nova ingressada. Amor de novo, paixão de novo, tudo, de novo. Mas dessa vez, realmente dessa vez ela achou que as coisas andariam, passaria da tela, do telefone, das imagens, das palavras.. Teu cheiro não sentira, tua mão não pegara, teu olhar.. Muito menos. - Importâncias: Lua, olhares, eu te amo. - A melhor amiga voltara a repetir.. E dai? Vamos sonhar, vamos saltar, o importante era o impulso e não a queda. - Tadinha, resmungava uma voz calma. - Ela chegou até a construir uma casa, voos anuais, vizinhos fixos, ligações interurbanas.
Hoje, trinta de Agosto de dois mil e dez, à exatamente dois dias de completarem dois anos, esse mundo todo entrou em um cano de 2mm, onde ali, terá que passar a eternidade do amor prometido, do juramento feito, deixando reinar entre os dois, só a amizade de dois aniversários de trezentos e sessenta e cinco dias, a força que não pode mais virar sentimento exposto, a luta que terminou com todos mortos, a vitória que foi entregue a todos aqueles que a contrariaram.
Sem nomes citados, hoje, ela começa uma vida nova, sem coração, pois ainda permanece nas mãos do citado a cima, esperamos que não por muito tempo, pois evidência na vida dela, ele não ganha mais, lutará pra pega-lo de volta e entrega-lo a Mestre dos Magos, e lá estará bem cuidado.
A vocês, imploro-lhe o cuidado de conhecer-lhe bem a ti e a ele, antes de trocarem coisas tão vitais assim, aliança tu tira do dedo e guarda na caixa, sentimentos não. Cuidado com o que diz, com o que promete e pra quem corre. Lutar é difícil, não vá a batalha em vão. Temo qualquer história como a minha, se guardas uma continuamente feliz, não tenha vergonha de conta-la, pois a minha terminou em sangue e nem por isso escondo-a. Mais uma vez.. Cuidado. Amar é complexo demais, sentimentos são raros, de valor a quem realmente da a cara a tapa, nem todo mundo é capaz de venerar tanto quanto tu veneras.
Sem ficção. Luana Jácome de Medeiros Aragão.
domingo, 29 de agosto de 2010
Três vezes você.
Traçar uma linha reta em uma folha branca. andar. Virar a página. Jogar fora. Ligar. Desligar. Levantar. Limpar o lado de fora da janela do 17° andar. Viver pra amar. Tudo requer prática.
sábado, 28 de agosto de 2010
Ares.
Olhares distântes, olhares calados, olhares falantes, olhares que cegam, olhares que lhe esfregam, olhares atravessados, olhares diretos, olhares indiretos, olhares amorosos, olhares retos, olhares vivos, olhares de desejo, olhares de vontade, olhares rápidos, olhares de lado, olhares com brilho, olhares dispersos, olhares cativantes, olhares atentos, olhares vidrados, olhares medrosos, olhares, olhares, olhares. Quero achar neles o que não da pra falar. Quero ouvir deles, o que da pra sentir.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Cêci 13.

Distância mais tempo. Igual 'semi-desmemorizada'. Uma vida não feliz com Marcelo, terminar era a melhor opção. Estranho descrever isso da mente da mesma, mas era a realidade tomando conta. Uma vida nova, um olhar novo, um coração novo, uma alma nova, a menina de sempre. Teu sorriso cativante, não se mostrava ao sol havia algum tempo, coração trancado, mente fechada, olhar sem brilho, alma confusa, a mesma vida, a mesma menina. Cecília se tornou confiante, segura de si mesma e capaz de fazer suas próprias decisões virariam fatos reais.. Teoria. Auto confiança nunca foi seu forte, incerteza, sua melhor amiga. Se olhava no espelho e não gostava do que via, um poço de indecisão, uma mente não calculada, pés nas nuves, sentimentos conturbados, opiniões subindo-lhe a cabeça, subindo-lhe a cabeça, subindo-lhe..
Assinar:
Postagens (Atom)